O Governo de Roraima divulgou uma nota oficial nesta sexta-feira para esclarecer os fatos envolvendo a abordagem realizada pela Polícia Federal do Brasil a uma aeronave utilizada pelo governador Edilson Damião, em Brasília.

O episódio ganhou repercussão após a circulação de boatos nas redes sociais, que sugeriam irregularidades e até uma suposta prisão, informação posteriormente desmentida pelo próprio chefe do Executivo estadual.

De acordo com a Secretaria de Comunicação, a ação da Polícia Federal ocorreu dentro da normalidade e seguiu protocolos previstos em lei. A vistoria, segundo o governo, integra os procedimentos rotineiros de fiscalização aplicados a aeronaves particulares, prática comum nos aeroportos brasileiros e que não configura, por si só, qualquer indício de irregularidade.

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A nota destaca que o governador e a equipe que o acompanhava receberam a abordagem com tranquilidade e transparência. O governo enfatiza que não havia qualquer situação irregular ou fato a ser ocultado, reforçando o compromisso institucional com o cumprimento das normas legais. A manifestação também busca afastar interpretações equivocadas que circularam nas últimas horas, sobretudo em ambientes digitais.

Outro ponto esclarecido diz respeito ao uso da aeronave pertencente à empresa Brasil Vida. Segundo o governo estadual, o avião realizou pouso em Boa Vista e utilizou o hangar oficial conforme previsão contratual previamente estabelecida, o que estaria dentro das normas administrativas vigentes.

Ainda conforme a nota, no retorno da aeronave para Brasília, o governador aproveitou um deslocamento já programado pela empresa, utilizando-se de carona, sem qualquer custo para os cofres públicos. O governo sustenta que a prática não gerou despesas ao Estado e ocorreu dentro dos parâmetros legais.

A divulgação da nota ocorre em meio a um ambiente de forte disseminação de informações não verificadas, cenário que tem impactado a percepção pública sobre ações institucionais. Com o posicionamento oficial, o Governo de Roraima busca restabelecer os fatos e conter a propagação de conteúdos considerados inverídicos.

FONTE/CRÉDITOS: Luiz Valério